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Na Ásia, os africanos e árabes guiados por Sarpan e Michael vão a luta contra o exército de Kim. Como foi um ataque surpresa, a batalha foi ganha de maneira fácil e a região asiática da Rússia garantiu em 3 dias a independência. Yang Kim fica sabendo da informação em tempo real e arma uma reação. Mas ao mesmo tempo que ele olhava pro norte, na Indochina, Vladmir e seus parceiros “redominam” aquela região e numa ação rápida e com o apoio da África, a região decreta sua independência e declaram o nome da nação com o nome “República Faítica”, de Faitismo, corrente ideológica criada que despertava na população a independência da região.

 

Júlio Sales, da Sul-América, afirma que lutará ao lado dos “contra-Kim” e levará com ele o apoio de Carolina II e de Alexsander D’Túlio. Kim era uma espécie de novo Hitler, todos no globo o detestavam. Em um modo de defesa, Kim resolveu abandonar os seus soldados e se esconder em um lugar tão secreto, tão secreto que nem o próprio autor sabe. Abandonados, seus soldados não foram páreos contra o exército do Mundo. Soldado por soldado se rendeu, a invasão não era vista como vergonha, mas como uma conquista. Finalmente, os chineses estavam livres dos Yang’s. Em alguns meses, Sarpan entrou no palácio central e hasteou a bandeira da república chinesa. Era o fim do que um dia já foi o maior reino da história .

 

Após o fim dos combates, o Grande Reino da Ásia se dividiu em várias nações, mas as mais imponentes eram: Faítica, Rússia, China, Índia e Tadjiquistão. Mas apesar da liberdade e do surgimento das novas nações, uma pergunta não se calava: “Onde estava Kim?” Ninguém havia visto seu corpo, se estava vivo ou morto. Uma pergunta, que nem eu, o autor, posso responder. Ou você acha que eu sou onipresente, sou nada, só relato o que vejo no facebook’s deles.

 

Enquanto no “Velho Mundo”, as coisas pareciam se resolver, na América, Lindsay só pensava em vingança e acabar com Carolina II era questão de honra. E agora? Só no próximo capítulo.