O Cavaleiro e as Damas

Como esta sendo estudado, a família Belo e Bello, ajudou a definir os mapas europeus. Há nos registros a existência de inúmeros membros da família em vários países, tais como Inglaterra, por volta de 1176, Espanha, Portugal, Alemanha, Itália, França. A terminologia BELO advém do latim bélico, guerreiro e guerrear e não no sentido de beleza que seria PULCHER. A entrada dos ramos da família no advento das descobertas, temos registro primeiro da entrada pela Venezuela, depois Brasil, posteriormente Argentina, México e assim sucessivamente. Uma grande parte, por não ser Católico Apostólico Romano, fugia da “Santa Inquisição” e procurava ficar quase no anonimato onde residiam.

(Família Bello e Belo, 2008)

Mas existe uma história que ninguém conhece, há não ser os próprios descendentes dos Belos. A origem dos belos vem muito antes do ano de 1100,mas nossa história começa neste período, mas exatamente na França medieval no ano de 1098. Conheçam o cavalheiro mais atípico de todos os feudos europeus, com vocês, Alecsander Belo. Expulso de sua família, que fazia parte da nobreza inglesa, por motivos óbvios – Sua má conduta.

Alecsander Belo era um cavalheiro, um dos mais importantes da Inglaterra, mas perdeu tudo, quando foi oferecido a filha de um grande senhor feudal, e apesar de aceitar a proposta, não perdia uma. Quando uma camponesa, principalmente as que possuía entre 18 e 25, sua faixa etária, resolviam dá mole, era “caixa”, ele não pensava duas vezes e ia lá. Mas em um momento, com tantas mulheres grávidas no feudo, Alex partiu e deixou a filha do senhor feudal a desejar, quer dizer, ele já tinha ido lá. Sua família ao saber de sua fuga, o deserdou e o nobre cavalheiro, acabou virando um ser boêmio que vivia nas noites da França, mas sempre cercado por mulheres. Por seu feitio com as mulheres, Alé ganhou o apelido de Le dompteur de la femme.

Uma certa manhã, bêbado, jogado ao leu nas ruas de Paris, um pedestre acabou pisando em Alé, era um jovem carpinteiro chamado Jean-Paul De Bordeaux. O jovem muito educado pediu desculpa, mas reconheceu Alé, a fama do dompteur de la femme  já corria toda a França. Diante seu ídolo na terra, Jean-Paul levou Alé para tomar o café em sua casa. Ao chegarem na casa de Jean-Paul, o jovem carpinteiro apresentou a seu pai o seu novo amigo, mas quando citou quem era o amigo, o amigo de Jean-Paul disse que Alé não poderia entrar lá, ele era um impuro, Deus poderia castigá-lo por andar com aquele ser impuro. O pai de Jean-Paul expulsou também seu filho de casa, já que ele já estava impuro, só em ter andado com Alé. Já na rua, Jean-Paul se desespera, enquanto que Alé chama o garoto para eles conhecerem um lugar bem legal. Que lugar? … No próximo capítulo.