A sociedade está enraizada na infelicidade humana. Não acredite que todos são bons ou que todos são maus, mas é natural do humano ser individualista. Antes de pensar no próximo, é necessário, primeiro, pensar em mim. O problema não é ser individualista, mas é ter requisitos para isso. As pessoas a cada dia buscam respostas para a solidão, não veem que estão propensas a erros, que também podem errar, por exemplo, nas escolhas. Sejam escolhas profissionais, amorosas ou sociais. Pode ser difícil “se jogar” em algo que se acredita e depois perceber que apostou errado, mas não podemos descontar no que acabou de começar, no que aconteceu no passado. O que houve no passado, deve nos dar experiência e não traumas. Se você teve um mal relacionamento, ou se ao enfrentar seus medos, ou não entrou em um emprego, porque viu que na tal empresa só entrava quem era amigo, não significa que tudo o que virá acontecer, repetirá tais experiências. Você será mais perspicaz, mas “se jogue”, não se retraía, seja sincero, seja emotivo, faça o que tiver que ser feito. Não se tranque a regras da sociedade criadas para a infelicidade, siga o tal do coração – se feriu, sara, melhor que cria anticorpos – se entregue a vida, porque a vida é única. Não sendo algo que fira alguém, que desrespeite alguém ou que desvalorize o que cada pessoa é, tá valendo. Chore, quando quiser chorar. Sorria, quando quiser sorrir, beije, quando quiser beijar. Siga a vida como desejar, não se reprima, não se importe com as regras “fracas” de convivência. Lembre-se ninguém vai viver para ti. Viva a Liberdade! Mas também não precisa andar nu na rua, aí é exagero!