Intensidade do estímulo é determinada por dois “códigos”. O Código da população, definido pelo número de receptores estimulados e o Código da Freqüência, definido pela freqüência dos potenciais de ação em cada fibra estimulada (e ainda pela amplitude). Há proporcionalidade entre os códigos e os estímulos: quanto mais intensos estes, mais freqüentes e numerosos aqueles; limitados pela capacidade de transdução das células e as propriedades de condução dos axônios. A intensidade, portanto, depende da magnitude do estímulo.

Duração é definida por receptores de adaptação rápida e lenta. Antes de especificá-los, convém definir “adaptação”. Essa característica nada mais é que a diminuição da resposta (potencial) dado um estímulo persistente. É um mecanismo comum, e decorre da inativação de canais de Na+ e Ca2+ e ainda da ativação de canal de K+. Os receptores de adaptação rápida definem o início e o término do estímulo, já os de adaptação lenta respondem durante todo o estímulo.

Localização é codificada pela distribuição de neurônios ativos entre o total de neurônios sensoriais. As informações são trazidas por diferentes fibras, e a concentração de receptores é maior nos locais mais sensíveis como as pontas dos dedos e os lábios, conferindo maior capacidade discriminativa.