O Impeachment

O Impeachment

Em 1992, quem era favorável ao impeachment era o PT. Lula (derrotado nas eleições de 1989)era o principal articulador do movimento. Collor falava em atentado a democracia, que 34 milhões haviam o eleito por voto direto, que não haviam provas concretas contra ele no caso PC (o lava-jato da época), não havia crime de responsabilidade e que o PT não aceitava a derrota. (Já ouviu essa conversa?)

Como em 2015-2016, o Brasil estava mergulhado em uma crise econômica, como ainda não vivíamos o plano Real, estávamos mergulhado em uma inflação superior aos 1000% ao ano. O desemprego batia recordes.

Nas ruas, os movimentos sociais comandados, principalmente pela UNE, os “caras pintadas”, exigiam a queda do presidente.

Com votos pela família, por sua cidade e pela moral do país, ampla maioria dos deputados aprovaram o impeachment de Collor.

Antes da votação derradeira no senado, Collor renunciou, mas não evitou a perca de seus direitos políticos por 8 anos. Itamar Franco assumiu e governou até o fim do mandato.

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