Futebol Argentino cria a Primeira Liga Nacional de Clubes da América do Sul

Após a crise na AFA e ao perceberem os lucros diminuindo a cada ano, os clubes argentinos resolveram criar uma liga própria de clubes – A SUPERLIGA. Esta instituição controlará a Divisão Nacional e a Nacional B (Segunda Divisão) dentro do país.

É verdade que a SUPERLIGA não é totalmente independente da AFA, mas as cotas televisivas e o dinheiro advindo das bilheterias serão dos clubes. Inicialmente, a divisão da grana será de 78% para os times da Primeira Divisão e 12% para os da Segunda. Os outros 10% seriam destinados para os gastos estruturais e logísticos da Superliga e para times das divisões inferiores (principalmente os da Segunda).

No primeiro ano da competição, o torneio contará com 30 clubes, onde jogarão todos contra todos em turno único, mais uma rodada de clássicos.Serão rebaixados os 4 últimos, porém o rebaixamento seguirá se utilizando do sistema promédio, no qual se utiliza uma média de pontos das últimas 3 temporadas. Só ascenderão 2 clubes da Nacional B, isso visando a redução de 30 para 20 clubes até 2020. Quando o torneio chegar aos 20 clubes, passa a ser turno e returno.

A outra novidade é que o calendário argentino volta a acompanhar o calendário europeu, ou seja, inicia em Agosto e encerra em Maio do ano seguinte.

O futebol argentino é o primeiro na América do Sul a formar uma liga própria de clubes. No Brasil, ensaia-se isso desde 1987, mas os clubes na hora final sempre “arrengam”.

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