Rio 2016

Foi uma das mais belas olímpiadas de todos os tempos. Não vai aplauso a nenhum político, pois não fizeram mais que a obrigação. Mas vai a cada carioca, a cada brasileiro, a cada operário, a cada esportista, a cada medalhista que tornou esse evento inesquecível.

Uma Olímpiadas marcada pela consagração dos mitos, como Phelps, Bolt, Rimet e Farrah, e o surgimento de novos como Billes, Leddecky e Durant. Do domínio americano na Ginástica Artística Feminina, Basquete e Natação. Da Rússia, na Ginástica Rítmica, do Brasil, no vôlei, da Grã-Bretanha no ciclismo, do judô sem dono, do esporte sendo carioca e do mundo.

A Olímpiada “vaiada” marcada pelo jeito brasileiro de torcer, de emocionar e de tornar esse evento único. Das eliminações improváveis, dos campeões inimagináveis, da garra, da vontade, da “vergonha alheia” e do orgulho nosso.

Ninguém foi páreo para os americanos e sua contagem centenária de medalhas. Eles que conquistaram no Brasil sua milésima medalha e já seguiram forte para o dois mil. A China viu os Britânicos assumirem o posto de segunda potência no quadro de medalhas.
Ao Brasil, nosso recorde! 7 ouros, 6 pratas e 6 bronzes, num total de 19 medalhas. Nunca nosso esporte subiu tanto do pódio. Enchemos o estádio cheio para o futebol feminino, da ressureição do vôlei masculino, do fenômeno Isaquías, do ouro vindo da favela, da transformação do brigão em campeão, da tradição dos Grael, da tristeza do esporte coletivo feminino, do judô medalhista, das medalhas inesquecíveis da Ginástica Artística, do salto com vara que virou um salto pra o atletismo brasileiro, do ouro inédito do futebol, da consagração de nosso vôlei, seja na praia ou na quadra, do bronze no taekwondo e dos nossos recordes minados e um novo horizonte de conquistas ao nosso esporte, que pela primeira vez ficou entre os 13 melhores do mundo.

As nossas Olímpiadas foram belíssimas, apaixonantes e simplesmente a melhor. A saudade já bate. O Brasil mostrou que entregamos em cima da hora, mas quando queremos caprichar, caprichamos. Parabéns, Rio! E vambora pra Tókio.

 

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