Cemparimbu – Capítulo 11 (Pax-Xizana)

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Em 37 de Ghiggia de 170, há 3 dias do Ano Novo Cemparimbudiano, Júlio assina o documento em que decreta a independência de Noimo e de Delon. Porém, em acordo com De la Vecchia, os setores de Anathaxia, Kajeju e Risbary permaneceriam de posse das duas potências mundiais.

Após alguns dias, em 8 de Pelé de 171, uma grande guerra começa no território de Delon. Isso ocorre devido as diferenças culturais existentes entre as duas metades daquele setor, fruto da divisão centenária imposta entre os impérios de Xiz e Cê. A Guerra acaba gerando um dependência econômica das duas partes do Setor com as suas antigas “donas”.

Ainda naquele mês, em 18 de Pelé de 171, De La Vecchia se declara o PRIMEIRO PRESIDENTE de Cê e proclamou uma eleição para 5 meses, porém somente o trecho continental de Cê votaria. Anathaxia e  Risbary seguiriam só obedecendo ordens.

Em 47 de Pelé de 171, Noimo, com aval de Xiz, aceita a independência de Cruz, o que divide o setor de Samami em dois reinos, o reino de Noimo e de Cruz.

Após 5 meses, Cê tem seu primeiro presidente, o terraquio Bruno Nam foi eleito para um mandato de 10 anos, onde teria poder absoluto para controlar o ex-império. A primeira ação foi retirar a influência de Cê sobre outras regiões do globo

Em 6 de Charlton de 171, Xiz negocia a paz entre os países que formavam Delon. Assim surge duas novas nações naquele setor. O Império Delon e a República Delon. O Império seria “filhote” do “Delon Cesiano”, enquanto a República Delon seria, de “Delon Xizano”.

O Mapa Ceparimbudiano por mais de 3 séculos seria exatamente este.

pax-xizana-cemparimbu-dexaketo

 

No andar desses 3 séculos, que vão de 171 até 500, o controle econômico imposto por Xiz só ampliava a cada ano. A cada presidente que assumia Cê, menor era a influência “vermelha” no mapa. Para ter uma ideia, em torno de 245, um estudo comprovava que Cruz já havia passado Cê na questão de influência política e econômica, tanto que o Império Delon se aproximou vertiginosamente de Xiz e passou a ter uma maior dependência dos produtos xizanos do que cesianos.

Em 18 de Beckenbauer de 288, a Imperatriz Maria Ximenez II decretou que somente por Xiz se poderiam vir humanos da Terra. Naquele momento da história,com o poder econômico exercido por Xiz, o domínio do mar doce era quase completo, sendo que o país enriquecia com a venda de água para o planeta Terra, onde essa estava cada vez mais escassa. Afim de evitar que Cemparimbu se tornasse uma nova Terra, ela decretou a obrigatoriedade do uso de luz solar, além disso, todos os carros eram elétricos. Apesar de todas as riquezas, não havia petróleo naquele planeta.

Em 34 de Meazza de 353, o Imperador Juan Ximenez III anuncia a descoberta de um planeta não-habitável, porém rico em materiais que poderiam ser vendidos a Terra e a outros países de Cemparimbu. A partir daí, Xiz passa a enriquecer ainda mais e se torna a maior potência entre os dois planetas. A crise que atingia a Terra fazia com que muitas pessoas quisessem ir a Cemparimbu, especificamente a Xiz, mas ao chegarem em Cemparimbu, eram enviados a Kajeju, aonde trabalhavam em regime quase escravocrata.

Em 12 de Puskas de 361, Xiz cancela todas as viagens da Terra a Cemparimbu. Naves eram interceptadas com bombas, sem dó, nem piedade.

Em 8 de Meazza de 500, Cê volta a ser um Império e com um descendente de Calvo no poder! Era o fim do poder absoluto de Xiz. A Guerra retornava!

 

 

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