Cemparimbu – Capítulo 13 – Os Mil Anos de Xiz

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Após a guerra, encerrada em 510, nenhum país conseguiu se opôr ao poderio xizano, nem mesmo o Grande Nam (composto por Nam de Samami e Nam de Caluka), que ao contrário, era um importante aliado político, militar e econômico. Com a inexpressividade de Cê, Noimo e Cruz não arriscaram um novo embate. A ligeira paz existente por longos mil anos, era cercada pela força de Xiz diante as outras nações.

Ampliação de Xiz, Guerra e Decadência de Cê e o surgimento de Nam - Cemparimbu - Dexaketo

Durante os mil anos de domínio de Xiz sobre todo o Cemparimbu, o mapa não se alterou, todo confronto ou manifesto era logo minado em seu início. Xiz tinha o controle sobre o Mar Doce e sobre a entrada e saída de terraquios. A economia xizana se desenvolveu a partir da exploração da mão-de-obra dos outros países, e principalmente, dos trabalhadores de Kajeju, setor que só foi independente no período inicial de Cemparimbu.

Enquanto que, com o andar desse milênio, todos os países vão se voltando ao sistema republicano presidencialista, Xiz persiste com o seu regime imperial e com o comando da dinastia dos Ximenez. Até mesmo, Império Delon, chegou a cogitar a alteração de seu regime, porém constantes referendos mantiveram os imperadores no poder. Já em Xiz, algumas manifestações que exigiam a República, eram encerradas com sangue e morte de centenas ou milhares de pessoas. O poder centralizado dos Ximenez faziam eles serem o clã mais poderoso da Galáxia.

Em 900, na contagem de ano cemparimbudianos, já ano 3000 na Terra, Xiz, com sua alta tecnologia militar, tomam para si planetas como Marte e Vênus, antes colonizados pela Terra, no sistema Solar, o que poderia gerar um novo rompimento entre Terra e Xiz, porém, naquele momento, Xiz era o principal fornecedor de alimentos e água para Terra.

Em 915,  a Imperatriz Aeda I enviou tropas altamente armadas para colonizarem a Terra. Naquele momento, ninguém na Terra, era capaz de ir contra Xiz. A Terra era a nova colônia xizana no Universo. Somente em 1232, durante o governo do Imperador Alexandre III, ele concedeu a independência política da Terra para com Xiz, mas naquele momento, Xiz já controlava cerca de 1800 planetas em toda a Via Láctea, entre habitáveis e não-habitáveis.

Dentro de Cemparimbu, a “falsa paz” trazia uma certa tranquilidade as nações daquele planeta em diversos fatores. Apesar da “Tirania Xizana”, nenhum imperador de Xiz era despreparado, ao nascer, aquele que seria o substituto, já era treinado para ser o “Dono do Universo”

Em 1340, o Imperador Bernardo IV decretou que Xiz havia conseguido colonizar o primeiro planeta em Andrômeda. Ao povo de Xiz, aquilo não interessava muito, mas aos olhos de todos no Universo, Xiz parecia irredutível e o poder dos Ximenez ainda mais.

Mas nada é para sempre, em 1500, a presidente de Cê, Sabrina Al Asaf, decretou a união comercial entre Cê e Grande Nam de Caluka. Aquilo era uma espécie de traição ao “Supremo Império de Xiz” – nomeado exatamente assim, naquele período da história. Imediatamente, a Imperatriz Leazinha VI decretou a invasão de tropas xizanas a Cê e Grande Nam de Caluka. Era o começo de uma nova fase de Cemparimbu.

 

 

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