Brasil em Essência

Quem é o servo?

Quem é o rei?

De quem é essa carne

que com corrupção, se estragou?

 

Será que eu roubei?

Isso não sei!

Nego até o último minuto,

até te convencer.

 

 

Cara de mordomo,

corpo de vampiro,

suga o sangue do povo trabalhador

até a última gota.

 

 

Gota de sangue vermelho,

vermelho que suja sua história,

que lamenta sua memória,

se esconde atrás do vespeiro.

 

 

Azul que te derrubou

que um verbo gritou,

mas quando encarnou,

mesmo ato se estendeu.

 

 

És de comemorar,

ver tal sujeira enlouquecer,

de todos modos tentam se proteger,

e mesmo assim seu fim emplacar.

 

 

Quem sabe o ‘F5’ se apertou

e a nossa história se alterou.

O Brasil se lavou,

para limpar essa sujeira impregnada.

 

 

Somente o tempo irá dizer,

se a democracia irá nos condecorar,

com a verdadeira liberdade

ao qual nosso povo tem direito.

 

 

Não importa a cor que está no poder,

não importa a figura que lá chegou.

Nosso país só irá se transformar

quando o povo realmente mudar.

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