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Luana e Eduardo voltaram para casa do Prefeito. Os dois resolveram fingir que ainda estavam brigados, pois seria muito estranho eles se aliarem sem nenhum motivo. Porém, o prefeito ainda estava em suas terras, logo era hora de acumular as provas necessárias para prender aquele ser desprezível. Imediatamente, Luana chamou um ex-cliente seu que era PF (polícia federal) para levar o que pudesse com ele, o problema é que o PF ainda teria que se deslocar de Fortaleza até lá, mas eles esperariam, mas teriam que contar com a sorte do Prefeito continuar na Zona Rural.

O tempo passava e o PF não chegava, Eduardo e Luana começavam a se perguntar se nas terras do prefeito também não haveriam outras provas. O problema era conseguir sair vivo de lá.

Os dois seguiram conversando enquanto o PF não chegava. A conversa vai, conversa vem, e o casal virou um casal. Primeiro, as risadas, depois, uns elogios, e quando menos se esperou um beijo, um beijo lindo e sincero, longe do que havia ocorrido em Fortaleza. Além dos beijos, carícias, sussurros e gestos típicos de quem se gosta começavam a surgir de maneira espontânea e surreal, diante o desprezo que ambos sentiam.

No auge do carinho, o Prefeito chega com dois capangas e exige saber de seu afilhado o que ele estava fazendo com sua principal opositora. Eduardo disse não entender, e disse que não estava com ninguém, mas sim com Luana. No mesmo instante, chega o PF, apaisano, porém se identificando. No mesmo instante, o prefeito resolve acabar com a história, mas o que ele não imaginava ocorria. Luana acerta um tiro certeiro em seu pai, antes mesmo dele atingir o PF. Os dois capangas revidam e acertam Luana com 3 tiros. O PF mata os dois capangas, mas antes, o outro capanga acerta Eduardo. Mesmo baleada, Luana acerta diversos tiros em seu pai, descontando todos os anos de assédio dele com ela. Após o último tiro, ambos morrem. O PF saía dali como única testemunha viva de uma triste história que nem se quer deixou o amor aparecer.