Sanders – Capítulo 12

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Com o começo do horário político, a disputa se acentuou, a candidata comunista viu que os candidatos da “linha direita” iriam insistir na história de “discípula do impeachmado”, enquanto os da “linha esquerda” mostravam que só os comunistas tinham as ideias do impeachmado. Raquel não desistiu da disputa, mas percebeu que a sua situação era de ser a única “sem chance” de vencer.

A disputa seguiu e após o primeiro debate, os números da pesquisa mostraram mudanças importantes, como o crescimento de Dalman e Lavagnolli. Izabel assumia a liderança isolada.

1º Izabel (PRU) 27% (anterior tinha 25%)

2º Diego Reis (PS) 20% (anterior tinha 25%)

3º Lavagnolli (PSI) 18% (anterior tinha 12%)

4º João Camargo (PT) 13% (anterior tinha 15%)

5º Dalman (PN) 11% (anterior tinha 8%)

6º Raquel (PC) 0% (anterior tinha 2%)

Brancos e Nulos 1%

Indecisos 10%

 

Com os números novos, alguns partidos mudaram a estratégia. A “paz e amor” dos socialistas acabaram, e sempre existia alguns segundos no horário político de Diego Reis para citar os defeitos de Lavagnolli, o candidato que mais se aproximava de tirá-lo do segundo turno. Raquel passou a mostrar os bons governos comunistas como Luís Carlos e que ela sempre seguiu a linha “Luiscarlina”. Para João Camargo, a experiência passava a ser mostrada, ele que já havia chegado em 2 segundo turnos em sua carreira política, queria provar que era o nome certo para assumir o governo após o momento turbulento político enfrentado no país. Dalman seguia sua linha “extremista”, indo de contra tudo que já havia sido seguido como modelo no país. Izabel seguiu mostrando que na hora do aperto, o PRU sempre salvou o país, e era hora de salvar o país novamente.

 

As eleições se aproximava e os números da 3ª e penúltima pesquisa antes das Eleições seriam duramente afetados. João Camargo estava se retirando da disputa. Após sentir fortes dores no peito durante um comício em uma cidade de Altenhofem, o candidato foi diagnosticado com grave doença cardíaca, e como ele já era um senhor com mais de 80 anos, não era ideal ele seguir com a intensa campanha que vinha fazendo. Com a saída de João, os trabalhistas desistiram da disputa, e resolveram apoiar a candidatura de Diego Reis (PS). Com a saída do João, o horário político diminuía em 10 minutos, os 10 minutos de João, pois mesmo com o apoio dos trabalhistas declarado, isso não aumentava o tempo de Diego.

 

Faltavam 2 semanas para o pleito e a disputa presidencial estava assim:

1º Izabel (PRU) 29% (anterior tinha 27%)

2º Diego Reis (PS-PT) 28% (anterior tinha 20%)

3º Lavagnolli (PSI) 18% (anterior tinha 18%)

5º Dalman (PN) 12% (anterior tinha 11%)

6º Raquel (PC) 1% (anterior tinha 0%)

Brancos e Nulos 1%

Indecisos 11%

 

Faltava 1 semana, o horário político ia até o dia anterior ao pleito, e o debate final seria um dia antes. Lavagnolli e Dalman sabiam que o segundo turno estava distante e que a coligação entre PS e PT, praticamente colocou Diego lá. Com isso, o alvo na última semana eram os votos dos indecisos, além de tentar “roubar” eleitores de Izabel.

No próximo capítulo, a semana decisiva e como estava a vida dos sandeiros em diversos outros aspectos.

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