Sanders – Capítulo 19

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Após a derrota fácil imposta pelo governo à oposição, a esquerda agiu rápido e derrubou Di Stuani do cargo de líder da oposição, dando esse papel à Diana Alvino (PC-Sachetti). Esse poder recolocado nas mãos da pequena bancada dos Comunistas mostrava a fragilidade dos socialistas e dos trabalhistas em organizar a “base vermelha”.

Enquanto a oposição brigava, o senado presidido por Luana Rabelo (PS-Cecília) por pouco não barrou o projeto das telefonias, sendo a derrota imposta por modestos 4 votos que saíram da própria bancada socialista. Ao chegar nas mãos da presidente Izabel, ela simplesmente, sancionou.

Diana passou a articular com alguns deputados do PSI, 2ª bancada do congresso, que estava sendo a base de sustentação de Izabel. Caso a oposição, conseguisse trazer alguns Sociais-Independentes para sua base, a proposta das Escolas Particulares poderiam ser barrada. Porém, a premier Luciana Cardoso (PRU-Silva), rapidamente, colocou a pauta em discussão, assim evitando que a oposição se reorganizasse e conseguisse criar força para evitar o andamento da proposta.

Segundo o deputado Rafael Moreira (PRU-Braga), a recriação das Escolas particulares ampliaram a rede de ensino e dariam, a estas, maior independência do governo. Ratificado pela presidente da república, o projeto definia que o padrão imposto pelo Ministério da Educação deveria ser respeitado e que uma escola particular só ganharia o direito de existir, caso desse condições mínimas de ensino. Izabel ainda afirmava a população que a grande diferença de seu projeto para o “Projeto fracassado” de Fahid*, era que o governo só liberaria o certificado, se estas apresentassem essas condições mínimas, e que a analise ocorreria anualmente. Além disso, as taxas de mensalidade seriam impostas pelo governo através de um piso e um teto máximo a ser cobrado, onde a variação do preço seria justificada pelo nível da escola, segundo critério estipulado pelo Ministério da Educação.

Enquanto o congresso definia sobre as escolas particulares, na LSF, o LEJ faziam uma campanha irresistível! Na 32ª Rodada da Taça Nacional, ou seja, 7 antes do fim, confirmou seu título! A comemoração varreu a noite na Capital nacional, visto que o LEJ era a maior torcida da província de Luprana. Obviamente, sobrou para a torcida do rival Luprana, que era apenas o 13º colocado, ter que aguentar, novamente, a “LEJião” fazer a festa!

LEJ - Campeão - Taça Nacional - LSF - DEXAKETO

Nas demais rodadas, as brigas seriam pelas vagas na Copa Nacional, torneio eliminatório, que ocorreria ao final da Taça Nacional, e que reuniria os 20 melhores times da temporada, valendo mais um título Nacional. Além disso, havia a luta para não cair aos grupos da LNF.

Próximo capítulo, a discussão sobre as escolas particulares e a intensa disputa da Copa Nacional!

*Fahid é um ex-presidente de Sanders, que havia tentado recolocar as escolas particulares no país, porém projeto ruiu devido a falta de qualidade das escolas criadas)

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