Resumo

Crianças e adolescentes participam, com as suas famílias, das atividades das escolas de samba, tendo, há décadas, espaços próprios: ala das crianças; escolinhas de mestre-sala e porta-bandeira; baterias mirins, com a perspectiva de profissionalização e renovação nas próprias escolas; e escolas de samba mirins. Hoje há 16 escolas, majoritariamente derivadas das escolas-mães, que fecham os desfiles na terça-feira, com mais de 25 mil participantes, e tentam inserir-se nas políticas sociais para a juventude, para a promoção da cidadania e a revitalização do sentido de comunidade. Mantêm estreito laço com sua vizinhança, contribuem para a valorização da cultura carioca e se apresentam como elemento fundamental do samba nas últimas décadas

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Autora: Ana Paula Alves Ribeiro

Revista do Instituto de Estudos Brasileiros

Ano 2018

Referências:

Ribeiro, Ana Paula Alves. O futuro do sambista e o sambista do futuro: juventude, sociabilidade e associativismo nas escolas de samba mirins do Rio de Janeiro. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 70, p. 189-207, Maio-Agosto, 2018.

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