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Vicente corre até Carolina, mas o grande sacerdote consegue detê-los. Alessandra e Guarniejez correm até o local e são surpreendidos… O sacerdote não gostou da ação daqueles invasores. Ele pergunta se eles são maias. Eles não entendem nada. O sacerdote pede para o guarda ir atrás da menina que deu casa para eles.

Depois de alguns minutos, os guardas trazem Elisalvia e o sacerdote a usa de tradutora. Elisalvia faz a pergunta, e eles respondem que não conhecem esses tais Maias. O sacerdote, e todos ali, são surpreendidos.  Vicente finge incorporar o Deus Tezcatlipoca, passando a exigir a libertação dos presos e que Carolina não se torne sacrifício, senão a ira dele seria imperdoável. O velho sacerdote pede para que ele mostrasse seu poder. Vicente pega a “caixa” de Guarniejez e faz nela sair um som estranho, um ruído meio musical que dizia: “Vai me enterrar na areia… não, não… vou atolar!” O Velho sacerdote fica assustado e liberta-os. Para fechar, com chave-de-ouro, Vicente exige a melhor casa que existia próxima de Tenóchtilan. O sacerdote concede. Vicente finge desencarnar e diz não entender nada.

Nossos protagonistas, já libertos, decidem deixar o império asteca rumo ao sul. Elisalvia lhes dá um veículo velho no qual eles partem.

Em caminho ao sul daquele continente, nossos heróis são surpreendidos por ladrões, que pedem para eles darem tudo o que tem. Vicente reutiliza do truque, e novamente, dá certo.

Após alguns dias, em um amanhecer, Guarniejez acorda mais cedo, e resolve “dá um rolé” pela região. Nesse “rolé”, ele vê um lago, mas não é o lago que o encanta, mas sim uma bela nativa que ali se banhava. Ele ficou ali parado e encantado com tanta beleza. A bela percebe o “forasteiro”, e aí, sai da lagoa vestida de sonho. Era um corpo, um sorriso, um rosto, que invejaria qualquer cirurgião plástico do século XXI. Ela se aproxima e chama-o para um banho. Os dois, então, se entregam a paixão naquele lago encantado, ao mesmo para Guarniejez era.

Os outros se acordar e demoram a perceber a falta de Guarniejez. Até que o príncipe pega o celular e bate fotos de si. Então eles percebem que o Guarniejez não está ali, então, eles saem para procurá-lo.

Após uma hora, Alessandra encontra Guarniejez, que parecia enfeitiçado, mas ninguém liga para isso e retornam para onde estavam e seguem viagem.

Já à tarde, embaixo de um sol mais quente que o do Piauí, eles resolvem dá uma pausa embaixo de uma sombra. Eles ainda não entendiam, porque o Guarniejez estava daquele jeito. Mas antes de Alessandra perguntar, um grupo de guardas aparece. Vicente tenta o truque, em vão, eles não eram astecas…